Ilha do amor: pontos turísticos fazem de São Luís uma cidade apaixonante

Ilha do amor: pontos turísticos fazem de São Luís uma cidade apaixonante

“Outro dia me disseram que o amor nasceu aqui”. O trecho da música ‘Ilha Magnética’, do cantor e compositor maranhense César Nascimento, reflete o apelido de ‘Ilha do Amor’ que São Luís conquistou ao longo dos seus 401 anos. Com belezas arquitetônicas e naturais, a capital maranhense é repleta de cenários perfeitos para o roteiro dos apaixonados.

Banhada pelas águas da Baía de São Marcos e do Oceano Atlântico, São Luís não vive apenas dos famosos azulejos e casarões, mas também do calor que, combinado com brisa marítima, envolve os mais de 150 quilômetros de praias de águas turvas, como as praias de Ponta d’Areia, São Marcos, Calhau, Olho d’Água e Araçagi.

A condição de ilha favorece a prática de esportes aquáticos e náuticos. Os ventos fortes de julho a dezembro somados à grande amplitude das marés tornam as praias maranhenses ideais para kitesurf, vela, bodyboard, caiaque, windsurf e surf.

Além das praias, a cidade é cortada pelos rios Anil e Bacanga, e conta, ainda, com uma extensa área de manguezal e quatro áreas de preservação ambiental: o Parque Estadual do Bacanga, o Parque Estadual do Itapiracó, a Área de Proteção Ambiental do Maracanã e o Parque do Diamante.
Entre os mais belos cartões postais da cidade, figura a Avenida Litorânea, situada na praia de São Marcos. Bares e restaurantes feitos de madeira, cobertos de palha, e a Praça do Pescador, dão um toque especial à orla marítima, que também possui destinado à realização de atividades físicas.

O Parque Ecológico da Lagoa da Jansen, com 6.000 metros quadrados, construído ao redor de uma laguna formada pelo represamento dos igarapés Ana Jansen e Jaracati, de acordo com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recusos Naturais (Sema), oferece também uma variedade de restaurantes, botecos sofisticados e espaço adaptado à pratica de esportes, além do Mirante da Lagoa, de onde se tem uma das vistas mais altas da cidade.

Pedaços da ilha

Fundada por franceses, invadida por holandeses e, finalmente, colonizada por portugueses, o acervo arquitetônico e cultural de São Luís mistura as mais diversas influências artísticas, retratadas em um conjunto que forma um verdadeiro museu ao ar livre no Centro Histórico da capital.
A estrutura arquitetônica da Praia Grande é formada por sobrados, casas térreas e solares. Cerca de 2.500 mil imóveis são tombados pelo patrimônio histórico estadual e 1.000 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), totalizando uma área de 250 hectares.

O “charme” dos casarões históricos é o revestimento em azulejos portugueses ornamentados. A técnic, utilizada para amenizar o calor e evitar os prejuízos à estrutura causados pela umidade, tornou-se um dos principais traços do conjunto arquitetônico de São Luís, conhecida, também, como “Cidade dos Azulejos”.
Entre as construções históricas, destacam-se o Palácio dos Leões, o Palácio de La Ravardière, a Igreja da Sé (Catedral de São Luís) na Praça Pedro II, de onde se tem uma das vistas mais bonitas da Beira Mar; o Palácio Episcopal, o Convento das Mercês, as igrejas do Rosário e do Desterro e o Teatro Artur Azevedo.
A praça Gonçalves Dias, onde fica a Igreja do Carmo; a Praça Maria Aragão, na Beira Mar; a Praça Nauro Machado, na Praia Grande, e as fontes do Ribeirão e das Pedras completam a lista de lugares apaixonantes da Ilha do Amor.
As pontes do São Francisco (conhecida também como Ponte José Sarney) e Bandeira Tribuzzi possibilitam a ligação entre o Centro Histórico e a chamada “cidade moderna”, marcada pela atividade empresarial.

Fonte: G1 Globo

Allia - Mais Brasil

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